Servas de Nossa Senhora de Fátima na Benedita

Preparando os 75 anos da presença das irmãs Servas de Nossa Senhora de Fátima na Benedita e da criação do Centro Social Paroquial da Benedita,  vamos publicar em cada dia um pouco da mensagem proferida pela Venerável Luiza Andaluz, no dia da chegada das irmãs, a 13 de abril de 1946.

04-pensamentos-dias-75anos

 


facebook-paroquia
Para assistir às celebrações on-line

 


MISSAS:

Terças-feiras

8.30h – na Igreja Paroquial

19.00h – na Igreja Paroquial

 

Quartas-feiras

8.30h – na Igreja Paroquial

 

Quintas-feiras

8.30h – na Igreja Paroquial

 

Sextas-feiras

8.30h – na Igreja Paroquial

 

(horário de verão)

 

SÁBADOS

17.30h – na Igreja Paroquial

19.30h – na Igreja Paroquial

 

DOMINGOS

9.00h – na Igreja Paroquial

11.00h – na Igreja Paroquial

18.30h – na Igreja Paroquial

 

HORÁRIO CARTÓRIO PAROQUIAL:

Terças a Sextas-feiras

Das 9.00h às 11.00h  * 15.00h até às 18.00h

 

COMO POSSO AJUDAR A PARÓQUIA? CLIQUE AQUI

 


Servas de Nossa Senhora de Fátima

75 anos na Benedita

A solenidade da Anunciação do Senhor que celebramos no dia 25 de Março é para nós irmãs Servas, uma das nossas festas principais. Assumimos por lema as palavras de Maria: “Eis aqui a Serva do Senhor faça-se em mim segundo a vossa Palavra” (Lc.1, 38). O mistério da encarnação marca a nossa espiritualidade e missão: Deus, porque tanto nos ama, faz-se tão próximo de nós, em Jesus assumiu a “nossa carne” a nossa condição humana, fez-se um de nós.

Talvez por isso a nossa fundadora, Luiza Andaluz, há 75 anos, no dia 13 de Abril de 1946 aquando a chegada das irmãs à população da Benedita afirmou:

“Não nos quer o Senhor no recolhimento dum claustro, mas quer que, sabendo levar a Deus connosco, nós o distribuamos aos que têm fome e sede de justiça. Requere-se muita abnegação, renúncia e sacrifício, mas sobretudo muito amor e intensa vida interior”

Damos graças a Deus por tantas irmãs Servas de Nossa Senhora de Fátima que durante estes 75 anos fizeram parte da nossa comunidade e que pela sua vida e missão mostraram como Deus está próximo, ama e cuida de cada uma das pessoas da Benedita. Recordamos hoje as irmãs que fizeram parte da primeira comunidade e que já partiram para a casa do Pai: Maria das Dores Vitorino Costa, Celeste da Silva Frederico, António Maria Alberto e Inocência Pereira.

Ir. Dina Mª Batalha Henriques

 

 


Mensagem e Renúncia Quaresmal 2021

 

CLIQUE AQUI

 


conferenciaepiscopalportuguesalogo

Comunicado do Conselho Permanente

da Conferência Episcopal Portuguesa 

  1. O Conselho Permanente refletiu sobre a situação atual da pandemia e decidiu que as celebrações da Eucaristia com a presença da assembleia sejam retomadas a partir do dia 15 de março, observando as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa de 8 de maio de 2020, em consonância com as normas das autoridades de saúde.

Quanto à celebração doutros sacramentos, observem-se as normas de segurança e de saúde referidas nas mesmas orientações.

Nesta fase evitar-se-ão procissões e outras expressões da piedade popular, como as “visitas pascais” e a “saída simbólica” de cruzes, de modo a evitar riscos para a saúde pública.

A Assembleia Plenária da CEP de 12-15 de abril de 2021 reavaliará estas orientações, tendo em conta a situação de pandemia no país.

 

  1. Na sequência da Nota da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (17.2.2021), apresentamos algumas orientações para as celebrações da Semana Santa.
  • Para o Domingo de Ramos, a Comemoração da entrada de Jesus em Jerusalém seja celebrada com a segunda forma prevista pelo Missal Romano. Evitem-se os ajuntamentos dos fiéis; os ministros e os fiéis tenham nas mãos o ramo de oliveira ou a palma que trazem consigo; de nenhum modo seja permitido a entrega ou a troca de ramos. Onde for oportuno utilize-se a terceira forma do Missal Romano, que comemora de forma simples a entrada do Senhor em Jerusalém.
  • Missa crismal seja celebrada na manhã de Quinta-feira Santa ou, segundo o costume de algumas Dioceses, na Quarta-feira de tarde. Se não for possível «uma representação significativa de pastores, ministros e fiéis», o Bispo diocesano avalie a possibilidade de transferi-la para outro dia, de preferência dentro do Tempo Pascal.
  • Quinta-feira Santa, na Missa vespertina da “Ceia do Senhor” omita-se o lava-pés. No final da celebração, o Santíssimo Sacramento poderá ser levado, como se prevê no rito, para o lugar da reposição numa capela da igreja onde se possa fazer a adoração, no respeito das normas para o tempo da pandemia.
  • Sexta-feira Santa, retomando a indicação do Missal Romano (“Em caso de grave necessidade pública, pode o Ordinário do lugar autorizar ou até decretar que se junte uma intenção especial”), o Bispo introduza na oração universal uma intenção «pelos doentes, pelos defuntos e pelos doridos que sofreram alguma perda». O ato de adoração da Cruz mediante o beijo seja limitado só ao presidente da celebração.
  • Vigília pascal poderá ser celebrada em todas as suas partes como previsto pelo rito.

Lisboa, 11 de março de 2021


Comunicado do Conselho Permanente da CEP

face à aprovação da eutanásia

CARREGUE AQUI


Rede Mundial de Oração 

PAPA FALA DA VIOLÊNCIA SOBRE AS MULHERES

VEJA O VIDEO AQUI


O Papa: que 2021 seja um ano de solidariedade fraterna e de paz para todos

Papa Francisco na oração do Angelus,   01/01/2021 , (in Vatican News)

“Começamos o Ano Novo colocando-nos sob o olhar materno e amoroso de Maria Santíssima, que a liturgia hoje celebra como a Mãe de Deus. Desta forma retomamos nosso caminho pelas veredas do tempo, confiando nossas angústias e nossos tormentos Àquela que pode fazer todas as coisas. Maria olha-nos com ternura materna, assim como olhava para seu Filho Jesus. Se olharmos para o Presépio, vemos que Jesus não está no berço. Disseram-me que Nossa Senhora disse: “Deixem-me segurar um pouco no colo este meu filho?” Assim faz Nossa Senhora connosco: quer nos segurar em seus braços para nos proteger como ela protegeu e amou o seu Filho.

O olhar assegurador e consolador da Virgem Santa é um encorajamento para fazer de modo que este tempo, que nos é dado pelo Senhor, seja gasto para o nosso crescimento humano e espiritual, que seja um tempo para remover os ódios e as divisões, e existem muitas, que seja um tempo para sentir que somos todos mais irmãos e irmãs, que seja um tempo para construir e não para destruir, cuidando uns dos outros e da criação. Um tempo para fazer crescer, um tempo de paz. É propriamente ao cuidado do próximo e da criação que é dedicado o tema do Dia Mundial da Paz, que hoje celebramos: A cultura do cuidado como percurso de paz. Os dolorosos acontecimentos que marcaram o caminho da humanidade no ano transcorrido, especialmente a pandemia, nos ensinam como é necessário interessar-se pelos problemas dos outros e compartilhar suas preocupações. Esta atitude representa o caminho que leva à paz, pois favorece a construção de uma sociedade fundada em relações fraternais. Cada um de nós, homens e mulheres de nosso tempo, é chamado a realizar a paz: cada um de nós. Não sejamos indiferentes a isso. Somos todos chamados a realizar a paz e a realizá-la todos os dias e em todos os ambientes da vida, estendendo a mão ao irmão que precisa de uma palavra de conforto, de um gesto de ternura, de uma ajuda solidária. Para nós, esta é uma tarefa dada por Deus. O Senhor nos dá a tarefa de sermos operadores de paz.

A paz pode ser construída se começarmos a estar em paz connosco, em paz por dentro, no coração, connosco, e com aqueles ao nosso redor, removendo os obstáculos que nos impedem de cuidar dos que se encontram necessitados e na indigência.

Trata-se de desenvolver uma mentalidade e uma cultura do “cuidar”, a fim de derrotar a indiferença, vencer o descarte e a rivalidade, que infelizmente prevalecem. Eliminar esses comportamentos. A paz não é apenas a ausência de guerra, a paz nunca é asséptica: não, a paz do quirófano não existe. A paz está na vida: não é apenas a ausência de guerra, mas uma vida rica em sentido, impostada e vivida na realização pessoal e na partilha fraterna com os outros. Então essa paz tão almejada e sempre ameaçada pela violência, pelo egoísmo e pela maldade, aquela paz colocada em perigo, torna-se possível e realizável se eu a tirar como uma tarefa que me foi doada por Deus.

Que a Virgem Maria, que deu à luz o “Príncipe da Paz”, e que o mima com ternura em seus braços, obtenha para nós do céu o precioso bem da paz, que não podemos perseguir plenamente apenas com a força humana. Somente as forças humanas não são suficientes, porque a paz é sobretudo um dom, um dom de Deus; deve ser implorada com oração incessante, sustentada por um diálogo paciente e respeitoso, construída através de uma cooperação aberta à verdade e à justiça e sempre atenta às legítimas aspirações dos indivíduos e dos povos. Meu auspício é que a paz reine no coração dos homens e nas famílias; nos lugares de trabalho e de lazer; nas comunidades e nas nações. Nas famílias, no trabalho, nas nações: paz. E agora que pensamos que a vida hoje é resolvida com guerras, inimizades e muitas coisas que destroem… queremos a paz. E isso é um dom.

No limiar deste início, a todos estendo meus cordiais votos de um feliz e sereno 2021. Cada um de nós procure fazer com que seja um ano de solidariedade fraterna e de paz para todos; um ano repleto de confiança e de esperanças, que confiamos à proteção celestial de Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.

 


 

Papa convoca o “Ano de São José”

Carta Apostólica – Patris Corde

O Papa anunciou a convocação de um Ano dedicado a São José, de 8 de dezembro deste ano até 8 de dezembro de 2021, para assinalar o 150.º aniversário da sua declaração como padroeiro da Igreja universal.

   Francisco publicou a Carta Apostólica ‘Patris Corde’ (com coração de pai), destacando que depois de Maria, a Mãe de Deus, nenhum Santo ocupa tanto espaço no magistério pontifício como José, seu esposo.

O documento apresenta reflexões pessoais do Papa sobre São José, figura extraordinária, tão próxima da condição humana.

   A carta destaca a relação com o trabalho, na figura de São José: “Neste nosso tempo em que o trabalho parece ter voltado a constituir uma urgente questão social e o desemprego atinge por vezes níveis impressionantes, mesmo em países onde se experimentou durante várias décadas um certo bem-estar, é necessário tomar renovada consciência do significado do trabalho que dignifica e do qual o nosso Santo é patrono e exemplo. Como poderemos falar da dignidade humana sem nos empenharmos por que todos, e cada um, tenham a possibilidade dum digno sustento? Num momento de crise económica, social, cultural e espiritual é necessário redescobrir o valor do trabalho para dar origem a uma nova normalidade, em que ninguém seja excluído”.

   Francisco evoca todas as pessoas que se dedicaram aos outros no atual momento de pandemia, muitas vezes longe dos holofotes dos media e da opinião pública. “Todos podem encontrar em São José – o homem que passa despercebido, o homem da presença quotidiana discreta e escondida – um intercessor, um amparo e uma guia nos momentos de dificuldade”.

   Na Carta Apostólica ‘Patris Corde’, o Papa Francisco deixa uma revelação sobre a sua devoção a São José:

“Todos os dias, há mais de quarenta anos, recito uma oração a São José tirada dum livro de devoções, do século XIX, da Congregação das Religiosas de Jesus e Maria, que expressa devoção, confiança e um certo desafio a São José:

«Glorioso Patriarca São José, cujo poder consegue tornar possíveis as coisas impossíveis, vinde em minha ajuda nestes momentos de angústia e dificuldade. Tomai sob a vossa proteção as situações tão graves e difíceis que vos confio, para que obtenham uma solução feliz. Meu amado Pai, toda a minha confiança está colocada em Vós. Que não se diga que eu vos invoquei em vão, e dado que tudo podeis junto de Jesus e Maria, mostrai-me que a vossa bondade é tão grande como o vosso poder. Amen»”.

                               Baseado na Agência Eclesia



JMJ2023 – PORTUGAL

logo-jmj2023

 

 

 


 

PARA IR À IGREJA

PRESTE MUITA ATENÇÃO

ÀS IMAGENS

RECOMENDAÇÕES GERAIS – clik aqui

REZAR EM SEGURANÇA – clik aqui

O USO DAS MÁSCARAS É OBRIGATÓRIO – clik aqui

COMO DEVEMOS COMUNGAR? – clik aqui

COMO DEVO LAVAR AS MÃOS? – clik aqui


APRENDER A REZAR O ROSÁRIO

Para quem quiser unir-se à oração do Rosário que os Pastorinhos de Fátima, Jacinta e Francisco, tanto fizeram mesmo em tempo da pandemia «pneumónica», é sempre uma grande ajuda. Para aprender a rezar basta descarregar o link.

Aprender a rezar o Rosário