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CATEQUESE 2022/2023

Inscrições para o primeiro ano de catequese:

 Dia 9 de Setembro das 17.00h às 19h

Dia 10 e 11 de Setembro das 15.00h às 18.00h

Reunião geral de catequistas:

20 de Setembro às 21.00h

 


JORNADAS MUNDIAIS DA JUVENTUDE : 1986 – 2023logo-jmj2023

 Recolha de Testemunhos

As Jornadas Mundiais da Juventude foram criadas pelo Santo Papa João Paulo II em 1986 e desde então têm marcado a vida de muitos jovens que tiveram a possibilidade de viver a experiência das mesmas.

Na nossa Paróquia, ao longo dos anos, muitos foram os jovens que participaram deste acontecimento, em diversos países do mundo.

Convidamos todos estes jovens (agora já adultos) a partilharem a sua vivência e a testemunharem aos jovens de hoje, o que são as JMJ!!!

Pedimos que nos enviem para o cartório os nomes/contactos das pessoas que participaram nesta experiência a fim de podermos recolher o seu testemunho.

Contactos do cartório: 262929113, email: secretaria.p.benedita@gmail.com


Papa pede fim das «polémicas», em novo documento sobre a Liturgia:

“ Desiderio desideravi”   

    O Papa publicou a carta apostólica ‘Desiderio desideravi’, com que se dirige a toda a Igreja para pedir o fim das “polémicas” sobre a Liturgia, criticando tanto o desleixo com o excesso de formalismo nas celebrações. “Abandonemos as polémicas para ouvir juntos o que o Espírito Santo diz à Igreja, guardemos a comunhão, continuemos a espantar-nos com a beleza da Liturgia”, escreve Francisco.

   A carta sublinha que uma celebração que não evangeliza não é autêntica, pedindo que se recupere o significado profundo da celebração da Eucaristia. O Papa rejeita um estetismo ritual, que se preocupa apenas com a formalidade exterior ou a escrupulosa observância das rubricas, bem como a criatividade sem regras, que confunde simplicidade com banalidade desleixada, essencialidade com superficialidade ignorante, a concretude da ação ritual com um funcionalismo prático exasperado.

   Ao longo de 65 pontos, o Papa aprofunda a mensagem que tinha enviado aos bispos de todo o mundo, na carta ‘Traditionis Custodes’, a respeito do uso da Liturgia Romana anterior à reforma de 1970. “Seria banal ler as tensões que infelizmente estão presentes, em volta da celebração, como uma simples divergência entre várias sensibilidades em relação a uma forma ritual. A problemática é, acima de tudo, eclesiológica”, de conceções da Igreja, justifica. Francisco insiste na necessidade de “comunhão” em toda a Igreja, em volta da reforma litúrgica que surgiu após o Concílio Vaticano II (1962-1965).

“Gostaria que a beleza da celebração cristã e das suas necessárias consequências na vida da Igreja não fosse deturpada por uma compreensão superficial e redutora do seu valor ou, pior ainda, de uma instrumentalização, ao serviço de alguma visão ideológica, qualquer que seja”, adverte. A reflexão fala numa “mundanidade espiritual” que deturpa a vida cristã e refere que a participação na Eucaristia não é uma “conquista” pessoal”.

“A Liturgia nada tem a ver com um moralismo ascético: é o dom da Páscoa do Senhor que, acolhido com docilidade, faz nova a nossa vida. Só se entra no Cenáculo pela força de atração do seu desejo de comer a Páscoa connosco”, precisa.

   O Papa destaca a necessidade de promover a participação de toda a assembleia, recuperando o sentido do mistério, perante o individualismo, o subjetivismo e o espiritualismo abstrato do mundo pós-moderno. Apela a uma maior formação litúrgico-sapiencial nos seminários, para que se os novos padres aprendam a colocar no centro da vida comunitária “a celebração eucarística dominical, fundamento da comunhão”.

   A carta elenca, em particular, vários “modelos” de presidência pouco adequados, dos párocos das comunidades cristãs, da “rigidez austera” à “pressa”, observando que é necessário superar a sede de “protagonismo”. O documento conclui-se com votos de que “a Igreja possa elevar, na variedade das línguas, uma única e mesma oração capaz de exprimir a sua unidade”, frisando que esta única oração é o Rito Romano que emergiu da reforma conciliar, instituído pelos Santos Paulo VI e João Paulo II.

 


JMJ apresenta Santos e Santas Patronosimagem1santos

 A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 apresentou os 13 Santos e Santas Patronos do encontro mundial de jovens que Portugal vai receber no próximo ano. Foram escolhidas mulheres, homens e jovens” que, segundo o Cardeal-Patriarca de Lisboa, “demonstraram que a vida de Cristo preenche e salva a juventude de sempre”.   D. Manuel Clemente, apresentou-os :

1- São João Paulo II, a quem se deve a iniciativa das Jornadas, que têm reunido e animado milhões de jovens dos cinco continentes.

2- São João Bosco , que se dedicou ao serviço da juventude e que São João Paulo II declarou “Pai e Mestre da Juventude”. Aos formadores propôs o seu “sistema preventivo”, de permanente atualidade: «Estai com os jovens, evitai o pecado pela razão, religião e amabilidade. Tornai-vos santos, educadores de santos. Os nossos jovens sintam que são amados».

3- São Vicente, diácono e mártir do século IV, que sendo padroeiro da diocese a todos acolherá e reforçará com a sua caridade e testemunho evangélico.

4- Santo António, nascido em 1190, seguiu já franciscano, rumo a Marrocos primeiro e logo de seguida para a Itália, o Sul de França e de novo Itália, convertendo muita gente ao Evangelho que vivia e pregava. Faleceu em Pádua em 1231 e um ano depois já tinha sido canonizado, tanta era a certeza da sua santidade. O papa Leão XIII chamou-lhe “o santo do mundo inteiro”.

5- São Bartolomeu dos Mártires, dominicano e arcebispo de Braga. Partiu para Trento, tomando parte na última fase (1562-63) do Concílio que ali quis reformar a Igreja, tornando os pastores mais próximos das ovelhas, como o Evangelho requer e tanto insiste o Papa Francisco. São Bartolomeu, no Concílio e depois, foi determinante neste sentido e ainda hoje nos motiva a todos.

6- São João de Brito, jesuíta, partiu para a Índia, para anunciar Cristo. Imparável no anúncio e nas viagens difíceis, vestindo e falando de modo a chegar a todos os grupos e classes, foi martirizado em Oriur, em 1693.

7 – Joana de Portugal, filha do rei Afonso V, que podendo ter sido rainha em vários reinos da Europa preferiu unir-se a Cristo e à paixão de Cristo, partindo para o claustro aos dezanove anos. Faleceu em Aveiro, no convento das dominicanas, em 1490.  Chamamos-lhe Santa Joana Princesa e impele-nos a escolhas radicais.

8 –João Fernandes, jovem jesuíta, foi martirizado nas Canárias, quando se dirigia para a missão do Brasil. Foi um dos quarenta mártires dessa altura, chefiados pelo Beato Inácio de Azevedo. Tinham partido em resposta ao seu apelo missionário e decerto contribuíram desse modo no Céu para a missão que não conseguiram realizar na terra.

9 –  Maria Clara do Menino Jesus, jovem aristocrata nascida nos arredores da capital. Ficou órfã muito cedo, mas decidiu ser “mãe” dos desamparados. Numa altura em que tal era oficialmente proibido, conseguiu fundar uma congregação religiosa dedicada a essa causa (Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição). Até falecer, em 1899, ultrapassou todas as oposições, repetindo: «Onde é preciso fazer o bem, que se faça!»

10 – A estes jovens lisboetas que “partiram” como a Mãe de Jesus, quer na geografia do mundo quer na geografia da alma, para levarem Cristo a muitos outros, juntam-se padroeiros de outras origens, mas do mesmo Reino. Como o bem-aventurado Pedro Jorge Frassati, que até falecer em Turim, em 1925, aos vinte e quatro anos, a todos tocou com o dinamismo, a alegria e a caridade com que vivia o Evangelho, tanto escalando os Alpes como servindo os pobres. São João Paulo II chamou-lhe “o Homem das Oito Bem-Aventuranças”.

11 – Marcel Callo, nascido em Rennes e falecido no campo de concentração de Mauthausen em 1945. Foi escuteiro e depois jocista (Juventude Operária Católica) e, quando aos 22 anos foi chamado para o trabalho obrigatório na Alemanha, para lá partiu, com a firme intenção de continuar o apostolado nessa duríssima condição. Por isso o levaram depois para o campo de concentração onde viria a morrer.

12 – Contamos ainda com a proteção de dois jovens bem-aventurados que também “partiram”, mesmo quando a doença lhes imobilizou o corpo, mas não o coração. Como Cristo pregado na cruz, que daí mesmo partiu para o Pai e nos salvou a todos com a vida que entregou. Foi com Cristo abandonado na cruz que se quis identificar a bem-aventurada Chiara Badano, jovem focolarina, quando aos 16 anos a doença a surpreendeu. Faleceria dois anos depois, em 1990, irradiando sempre uma alegria luminosa que confirmou o nome de “Luce”, que Chiara Lubich lhe dera.

13 – No ano seguinte, 1991, nasceu o bem-aventurado Carlo Acutis, que veio a morrer de leucemia em Monza aos quinze anos. A sua curta vida foi preenchida com grande devoção mariana e eucarística, que a habilidade com o computador lhe permitiu difundir, mesmo durante a doença. Assim mesmo fez do seu sofrimento uma oferta e partiu feliz.

No tempo de cada um, os Patronos da JMJ Lisboa 2023 demonstraram que a vida de Cristo preenche e salva a juventude de sempre. Com eles contamos, com eles partimos!